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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Como conectar um HD de um notebook

Como conectar um HD de um notebook externamente a outro notebook


A situação é a seguinte: você precisa de alguns arquivos que estão armazenados em um HD retirado de um notebook ou de um outro PC. Tudo que você tem a disposição é um notebook e não faz ideia de como conectar um outro HD nele. Pensando nisso, o TechTudo preparou um tutorial que mostra como contornar essa situação.
Basicamente, tudo que você precisa para conectar um HD externamente a um notebook é um adaptador Sata ou IDE para USB ou eSata, vendido em sites como Mercado Livre ou eBay. Entretanto, antes de comprá-lo, é importante ficar atento a algumas especificações, tanto do HD quanto do notebook. Confira abaixo quais são elas.
Conector
O detalhe mais importante que se deve observar antes de comprar um adaptador é o conector do HD. Existem dois tipos: Sata e IDE, que nada mais são do que as portas utilizadas para conectar os cabos que transmitem os dados para o PC. Em resumo, a porta Sata é mais moderna e possui maior velocidade de transmissão.
Diferença visual entre HD com porta Sata e IDE (Foto: Geek4share.com)Diferença visual entre HD com porta Sata e IDE (Foto: Geek4share.com)
A única coisa que você precisa saber aqui é como diferenciá-las: enquanto o conector IDE possui 40 pinos, o padrão Sata tem apenas 7. Observe a imagem acima e compare com o HD que você possui. O que está por cima possui conector Sata, enquanto o que está por baixo é IDE.
Energia
A maioria dos HDs de notebook rodam a 5200 RPM, ou seja, geralmente uma única porta USB possui a energia necessária para fazê-lo funcionar. Em alguns casos, porém, é preciso conectar o HD às duas portas USB ou até mesmo a uma fonte de energia externa, que é ligada à tomada.
Adaptador Sata com dois USBs (Foto: Moddiy.com)Adaptador Sata com dois USBs (Foto: Moddiy.com)
As portas USB 2.0 conseguem alimentar dispositivos com até 500 mA (miliampère, que equivale a 0,01 Ampère), enquanto o padrão USB 3.0 possui corrente de até 900 mA. Você pode verificar a energia disponível nas portas USB do seu notebook pressionando as teclas “Windows + R” e digitando comando “devmgmt.msc”. Na janela que se abre, acesse as propriedades de “USB Root Hub” e abra a guia “Energia”.
Verificando quantidade de energia disponível na porta USB (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Verificando quantidade de energia disponível na porta USB (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Para verificar a demanda energética do HD, olhe no adesivo que vem colado sobre ele, onde geralmente essa informação vem especificada. Caso não possua, verifique o site da fabricante do HD. Se estiver em dúvida, opte por um adaptador com duas saídas USB. Dessa forma, se a energia de uma porta não for suficiente, basta conectar a outra.
Verificando consumo de energia do HD (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Verificando consumo de energia do HD (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
USB ou eSata?
Na outra ponta do adaptador, você ainda pode optar por conectá-lo à porta USB ou eSata do seu notebook. Como a porta eSata não é tão popular quanto o USB, antes de escolhe-la verifique se possui essa entrada (imagem abaixo). Você também pode checar isso nas especificações técnicas do seu notebook, que vêm impressas na caixa, manual ou em adesivo colado na carcaça.
Porta eSata (Foto: Notebookcheck.com)Porta eSata (Foto: Notebookcheck.com)
Quanto ao USB, você pode optar pela versão 2.0 ou 3.0. Caso seu notebook possua uma porta USB 3.0 (essa informação também pode ser encontrada nas especificações do seu notebook do modelo), opte por ela, pois a taxa de transferência de dados será melhor. Se estiver em dúvida, escolha um adaptador com USB 2.0, pois certamente ele irá funcionar em qualquer notebook atual.
Porta USB 3.0 (Foto: Notebookcheck.com)Porta USB 3.0 (Foto: Notebookcheck.com)
Solução temporária ou definitiva?
Você pretende apenas transferir alguns arquivos ou quer usar o HD como disco externo? Caso esteja no primeiro grupo, compre um adaptador simples, pois são mais baratos e dão conta do recado. Você só deve tomar cuidado para não danificar o HD durante o manuseio, especialmente a parte de baixo, onde alguns circuítos ficam expostos e podem ser queimados com um simples toque.
Por outro lado, se você pretende transformá-lo em um disco externo, existem cases que envolvem completamente o HD. Essa solução é a mais indicada para esse tipo de uso, pois protege as partes sensíveis. Nesse caso, você também deve conhecer o tamanho físico do HD.
Case transforma HD em disco externo (Foto: Reprodução)Case transforma HD em disco externo (Foto: Reprodução)
No mercado, existem dois padrões de HD. Os de 3,5 polegadas, que são maiores e mais gordinhos, usados principalmente em computadores desktop; além desses, também existem os de 2,5 polegadas, que são mais compactos, ideais para serem usados em notebooks.
HDs de tamanhos diferentes (Foto: Bestofmicro.com)HDs de tamanhos diferentes (Foto: Bestofmicro.com)
Se o HD que você quer conectar foi retirado de um notebook, é bem provável que ele seja de 2,5 polegadas. Para tirar a prova real, caso não possua uma régua graduada em polegadas, use a que tem para medi-lo. Se der aproximadamente 10 x 15 cm, o HD é de 3,5 polegadas; se der cerca de 7 x 10 cm, é de 2,5 polegadas.
Verificando dimensões do HD (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
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Seagate lança armazenamento otimizado

Seagate lança armazenamento otimizado com sétima geração de HDD com 4 TB


A Seagate anunciou o lançamento de um novo HDD de sétima geração com capacidade de armazenamento de 4 TB. Chamado Surveillance, o disco foi desenvolvido para armazenar e acessar dados de vídeo, melhorando a integridade de dados e mantendo sistemas em funcionamento por mais tempo.
Seagate Surveillance 4 TB (Foto: Divulgação/Seagate)Seagate lança Surveillance 4 TB (Foto: Divulgação/Seagate)
O drive possui 9 cm de espessura e pode armazenar até 480 horas de conteúdo em HD. Ele possui sensores de vibração rotacional incorporados, o que garante sua execução em sistemas de até 16 drives. O Surveillance foi projetado tendo em mente o mercado de segurança, podendo suportar até 32 câmeras por sistema.
As definições de energia do disco podem ser customizadas para oferecer melhor suporte à câmeras com sensor de movimentos. Quando elas não estão operando, o drive desacelera para economizar energia.
O Surveillance também possui proteção contra falhas, contando com um milhão de MTBF (mean time between failure – tempo médio entre falhas), o que permite que o produto continue funcionando por mais tempo. Ele também possui baixo consumo e emissão de calor.
“O Surveillance HDD, com sua unidade de alta capacidade e recursos robustos, proporcionará aos nossos clientes a confiabilidade crítica que temos esperado da Seagate, bem como o armazenamento expandido e capacidade de guardar dados por períodos ainda mais longos”, disse Jeff Range, vice-presidente de operações globais da March Networks.
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Como particionar o HD e deixar seus arquivos mais organizados

Como particionar o HD e deixar seus arquivos mais organizados


Permitindo melhorar a organização e o desempenho de atividades no computador, o particionamento do disco rígido é um método que divide o HD em uma ou mais partes, caracterizadas pelas unidades “C:”, “E:”, “F:”, etc.
Através da criação destes ambientes em separado, o usuário poderá administrar de maneira mais confortável, segura e eficiente o gerenciamento de diferentes sistemas operacionais, programas e conjuntos de dados.
A partição permite que espaços do HD sejam separados para formarem novas unidades de disco rígido (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)A partição permite que espaços do HD sejam separados para formarem novas unidades de disco rígido (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Apesar de aplicativos como EaseUS Partition Master, PartitionMagic, Partition Logic fazerem a partição do HD de forma rápida e prática, o site preparou um passo a passo mostrando como separar e criar novas partes de seu disco rígido por uma ferramenta do próprio Windows.
Passo 1. No programa de gerenciamento Windows Explorer, clique com o botão direito do mouse sobre o diretório “Computador”, ou no atalho de mesmo nome, que se apresenta nas opções inicias do botão “Iniciar”, e selecione a alternativa “Gerenciar”;
Acesse o Gerenciamento do computador através da opção “Gerenciar” pelo Windows Explorer ou pelo botão “Iniciar” (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Acesse o Gerenciamento do computador através da opção “Gerenciar” pelo Windows Explorer ou pelo botão “Iniciar” (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 2. O aplicativo Gerenciamento do computador será iniciado. Selecione a opção “Gerenciamento do disco” e observe que na coluna central a aba superior exibirá as características de todos os discos rígidos de seu PC, enquanto a parte inferior apresentará representações gráficas e informações sobre o tamanhos destes;
Aperte em “Gerenciamento do disco” e observe as características de seus HDs (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Aperte em “Gerenciamento do disco” e observe as características de seus HDs (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 3. Clique com o botão direito do mouse sobre a unidade de disco rígido que você deseja particionar, e selecione a opção “Diminuir Volume…”. Esta atividade irá separar uma parte do tamanho do HD escolhido;
Clique com o botão direito do mouse sobre o HD que você quer particionar e selecione “Diminuir Volume... (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Clique com o botão direito do mouse sobre o HD que você quer particionar e selecione “Diminuir Volume…” (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 4. Determine qual o volume de Megabytes do disco rígido que será separado, passando a fazer parte da nova partição que você criará. Em seguida, aperte em “Diminuir” para concluir a separação deste espaço;
Escolha o tamanho da parte que será separada do HD e aperte em “Diminuir”(Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Escolha o tamanho da parte que será separada do HD e aperte em “Diminuir”(Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 5. A parte separada do HD passará a ser exibida no quadro de representações gráficas na cor preta, indicando que este espaço ainda não foi alocado. Clique com o botão direito do mouse sobre esta parte e escolha a opção “Novo volume simples…”;
Selecione com o botão direito do mouse a parte separada do disco rígido e aperte na opção indicada na figura (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Selecione com o botão direito do mouse a parte separada do disco rígido e aperte na opção indicada na figura (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 6. Um assistente com cinco etapas será iniciado para concluir a partição, separando o espaço do disco rígido selecionado e criando uma nova entrada para destinação para esta parte. Selecione o volume de Megabytes que será alocado e clique em “Avançar”;
Escolha a quantidade do espaço que será destinado para a nova unidade de disco rígido e prossiga para próxima etapa do assistente (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Escolha a quantidade do espaço que será destinado para a nova unidade de disco rígido e prossiga para próxima etapa do assistente (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 7. Escolha a letra de designará a partição criada, representando-a definitivamente como uma nova unidade de disco rígido, e prossiga para a próxima etapa apertando no botão “Avançar”;
Escolha a letra que representará o novo HD e clique siga para próxima etapa (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Escolha a letra que representará o novo HD e clique siga para próxima etapa (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 8. Mantenha marcadas as mesmas opções de formatação que já estiverem configuradas e prossiga para a etapa de conclusão clicando em “Avançar” e, em seguida, em “Concluir”;
Não altere as opções de formatação e conclua o assistente (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Não altere as opções de formatação e conclua o assistente (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 9. A unidade de HD gerada por esta partição passará a ser exibida na aba superior do aplicativo Gerenciamento do computador, caracterizando a sua criação e a sua disponibilidade para receber dados;
A nova unidade de disco rígido será exibida pelo Gerenciamento do comutador e já estará disponível (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
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Como desfragmentar o PC

Como desfragmentar o PC


Computadores com Windows podem ficar lentos com o tempo. Porém, há muitas razões para esse problema, e uma delas é, certamente, a fragmentação de arquivos no disco. A grosso modo, quanto mais tempo de uso tem – e exigido é – o PC, mais os arquivos do sistema tendem a ser espalhados de forma desordenada, tornando cada vez mais difícil a tarefa de colocar a casa em ordem para executar os programas, por exemplo.
Mas, em todo PC com Windows também há uma ferramenta de desfragmentação de disco, que permite rearranjar os arquivos no seu devido lugar.
Passo 1. Clique no botão iniciar ou pressione a tecla com o símbolo do Windows no teclado. Em seguida, digite ‘Desfragmentar’ e selecione a opção ‘Desfragmentar e otimizar suas unidades’.
Abra a ferramenta de desfragmentação do Windows (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Abra a ferramenta de desfragmentação do Windows (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 2. Você verá uma janela que exibe o status de suas unidades de disco. Clique em ‘Analisar’ para o sistema avaliar sua máquina. Quanto maior o percentual entre parênteses, mais fragmentada a unidade está.
Clique em analisar para avaliar o nível de fragmentação das unidades de disco (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Clique em analisar para avaliar o nível de fragmentação das unidades de disco (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 3. Selecione a unidade que necessita de desfragmentação e clique em ‘Otimizar’.
Observe que o sistema indica a unidade de precisa de reparo. Clique em Otimizar para prosseguir. (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Observe que o sistema indica a unidade de precisa de reparo. Clique em Otimizar para prosseguir. (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 4. Para que você não tenha que se preocupar com a fragmentação do seu disco, programe desfragmentações periódicas. Para isso, clique em ‘Alterar configurações’.
Selecione a opção marcada para programar otimizações automáticas (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Selecione a opção marcada para programar otimizações automáticas (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 5. Marque a primeira caixa de seleção para executar otimizações periódicas no sistema, escolhendo a frequência na lista, entre diariamente, semanalmente ou mensalmente. Vale lembrar que, usado é o computador, mais frequente deve ser a desfragmentação.
A frequência de otimizações depende do quanto o computador é exigido (Foto: Reprodução/Paulo Alves)A frequência de otimizações depende do quanto o computador é exigido (Foto: Reprodução/Paulo Alves)
Passo 6. Marque a segunda caixa de seleção para receber notificações de falhas. Na segunda lista, selecione os discos que você deseja que sejam otimizados na desfragmentação programada.
Habilite somente os drives que você deseja desfragmentar automaticamente (Foto: Reprodução/Paulo Alves)Habilite somente os drives que você deseja desfragmentar automaticamente
Pronto! Agora você já sabe como desfragmentar uma unidade de disco de seu computador e como programar otimizações periódicas no sistema, de modo a não ter que fazê-las manualmente. Não se esqueça que, se você usar utilitários como CCleaner ou Advanced System Care, é possível que a desfragmentação seja realizada por essas ferramentas periodicamente – um motivo a menos para se preocupar com o recurso nativo do Windows.
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Entenda a evolução e as principais diferenças entre os cartões

Entenda a evolução e as principais diferenças entre os cartões de memória


Conheça um pouco mais sobre a evolução dos cartões de memória das câmeras digitais e saiba quas são as diferenças entre os modelos mais populares disponíveis no mercado.
Um pouco da história dos cartões de memória (Foto: Adriano Hamaguchi/TechTudo)Um pouco da história dos cartões de memória

Cartão de memória é algo semelhante ao “pen drive das câmeras digitais”, onde imagens, vídeos e outras informações são armazenados. E por mais que possa parecer estranho, as câmeras têm um funcionamento semelhante aos computadores.
A imagem capturada pelo sensor é transformada em dados, estes dados são processados, tratados, compactados e depois são salvos no cartão de memória. Quanto maior a resolução, maior é a imagem, assim como o tamanho arquivo. E para que tudo possa funcionar bem, a performance dos componentes deve ser proporcional à velocidade que o cartão consegue armazenar dados.
Há vários tipos de formato de cartões, e um mesmo tipo de cartão pode ter “velocidades” diferentes. Os formatos são identificado pelas siglas (SD, XD, microSD por exemplo) e a velocidade é determinada pela “classe” (“C”). A capacidade de armazenamento pode variar bastante, e é indicada pela sigla “GB” (gigabyte).
cartoes-memoria-siglas-01Esquema ilustrado mostra o significado das siglas de um cartão de memória SD para câmera digital
O importante é saber qual cartão comprar para aproveitar todos os recursos da câmera e contar com uma capacidade que permita fotografar e filmar sem se preocupação constante de lotar o cartão.
A evolução dos cartões
Marcos importantes da evolução dos cartões de memória (Foto: Reprodução/Adriano Hamaguchi)Marcos importantes da evolução dos cartões de memória
As primeiras câmera digitais tinham 3 megapixel, e hoje os modelos mais básicos já oferecem 16 megapixel. Há de se concluir que os cartões de memória precisaram evoluir bastante.
Antes de serem utilizados em câmeras digitais, os cartões eram utilizados como disquetes de computador. O cartão PCMCIA foi lançado em 1991, e ele se conectava ao computador pela mesma entrada em que eram conectados placas de rede externas, placas de som externas e modems, por exemplo.
Depois veio o cartão CompactFlash (cartão de memória compacto), criado pela SanDisk, um pouco menor que o PCMCIA, mas também tinha sérias limitações de capacidade de armazenamento. Em seguida vieram o SmartMediaCard (SMC), o MultiMediaCard (MMC) o RS-MMC / MMCMobile e o pen drive, em 1999.
Também em 99 foi lançado o cartão “Secure Digital – SD” (Cartão Digital Seguro). Ele recebeu este nome por oferecer mecanismos que proteção de direitos autorais, que evitam o compartilhamento de arquivos. O emprego deste tipo de cartão em dispositivos móveis foi muito bem aceito. Tanto que a Sony e a Olympus optaram por criar seus próprios cartões, para serem utilizados em seus equipamentos. O cartão xD foi criado em 2002 pela Olympus, e a Sony criou o Memory Stick.
Em 2004, os cartões SD de alta capacidade, o SDHC (HC – High Capacity) foram introduzidos no mercado, e em 2009 os cartões SDXC deram o ar de sua graça, oferecendo um novo patamar de capacidade e performance. Mesmo com o lançamento da tecnologia SDXC, o SDHC não foi descontinuado. Novos recursos foram desenvolvidos para aumentar sua capacidade e aumentar a velocidade de gravação.
Cada empresa tenta emplacar o seu modelo, e nesta disputa, os SD levaram a melhor, tendo sua tecnologia empresa na maior parte dos gadgets e câmeras digitais. Até mesmo as câmeras da Olympus e da Sony adotaram o padrão SD.
Em 2012, a organização CompactFlash que cuida da regulamentação e padronização dos desta tecnologia anunciou o padrão CFast 2.0, com a promessa de oferecer mais que o dobro de velocidade aos cartões da época. Em 2013 a SanDisk lançou o primeiro cartão com esta arquitetura, com velocidade de leitura de até 450 MB por segundo e gravação de 350 MB por segundo. E esta tem sido a opção das fabricantes de câmeras profissionais avançadas.
Longe das possibilidades dos usuários iniciantes, estão os cartões XQD. Este é um novo padrão disponível em câmeras super avançadas, e oferecem as maiores velocidades de gravação e leitura. A estrutura física do cartão tem um acabamento mais aprimorado, facilitando o encaixe e remoção da câmera, sem o risco de danificar os conectores. Apesar da performance de ponta, a capacidade de armazenamento destes cartões ainda não chegou aos 512 GB, e isto pode ser uma limitação considerável.
cartoes-memoria-tabela-compatibilidade-01Tabela mostra alguns modelos de câmeras básicas e avanças seus respectivos cartões compatíveis
Seria arriscado dizer que o padrão XQD se tornará o padrão das próximas gerações de câmeras avançadas. O que podemos afirmar, é que a dobradinha CompactFlash + XQD, recurso da DSLR Nikon D4, pode ser uma combinação interessante para trabalhos que exigem o máximo de desempenho de equipamentos avançados, e que dificilmente será adotado em câmeras inferiores caso os valores não sejam reduzidos drasticamente.
A tendência é que a velocidade e a capacidade de armazenamento aumentem proporcionalmente, acompanhando o “peso” das imagens geradas pelos novos modelos de câmeras, incorporando novas funcionalidades.
Algumas dessas funcionalidades serão populares, outras nem tanto. Os sistemas criados com a intenção de proteger as imagens contra compartilhamento é um recurso ainda desconhecido por muitos. E oscartões com a tecnologia Eye-Fi por exemplo, que permitem transferir imagens para dispositivos sem a necessidade de cabos, mas que também não se tornaram tão populares quanto o esperado.
Com erros e acertos, a indústria dos dos cartões continua sua caminhada rumo aos cartões com terabytes de capacidade.
Os principais modelos de cartões encontrados no mercado
cartoes-memoria-vendidos-atualmenteTabela comparativa com os principais modelos de cartão de memória para câmeras digitais
A tecnologia SD tem sido o formato mais adotado pelos modelos recentes de câmeras básicas a avançadas, e isto é bom para nós usuários, pois quando os fabricantes adotam um padrão, significa que podemos utilizar o mesmo cartão de memória em diferentes equipamentos.
Quando analisamos o quesito velocidade, é preciso lembrar que existem dois tipos importantes: leitura e gravação. Para gravar vídeos Full HD (1080p) com cartões SD, é recomendável o uso de um cartão “classe 10″. Em alguns casos, é até possível usar cartões inferiores, mas não será possível filmar com a resolução máxima da câmera, e a captura das imagens em modo contínuo, será mais lenta que o esperado, ou seja, o cartão de memória será o “gargalo”.
Em câmeras profissionais avançadas, os cartões utilizados são os CompactFlash, que possuem velocidades e capacidade significativamente maiores. Enquanto os cartões SD mais avançados fazem gravações com a velocidade mínima garantida de 30 MB por segundo, os cartões CompactFlash mais avançados garantem a mínima de 65 MB por segundo.
cartoes-memoria-siglas-cartao-cfEsquema mostra os recursos de um cartão CompactFlash, usado em câmeras digitais avançadas (Foto: Adriano Hamaguchi/TechTudo)
As dimensões dos cartões CompactFlash “Tipo I” e “Tipo II” são diferentes. Os cartões Tipo II são um pouco mais espessos (5,5 mm de espessura). Há câmeras que aceitam apenas um destes formatos e outras que aceitam os dois formatos.
cartoes-memoria-tipos-cflash-01Cartão CompactFlash Tipo II, à equerda, é mais espesso que o cartão CompactFlash Tipo I, à direita (Foto: Reprodução/Nikon)
Seus valores também são proporcionais às suas capacidades. Enquanto um cartão SDXC de 64 GB pode ser encontrado por cerca R$ 380, o CompactFlash também de 64 GB é vendido a cerca de R$ 900.
Em relação à capacidade de armazenamento, é bom lembrar que o volume máximo aumenta de acordo com a evolução dos cartões mais adotados pelas câmeras. Os cartões CompactFlash por exemplo, possuem versões que armazenam até 512 GB, e os últimos SD já chegaram aos 128 GB.
Para gravação de vídeos em 3D ou com a resolução de 4K, é recomendável a utilização de cartões mais rápidos, como os que com contam com a tecnologia UHS que garante uma velocidade de gravação mínima de 20 MB por segundo.
Caso o cartão não possua a velocidade adequada, a gravação do vídeo pode ser interrompida inesperadamente e o número de disparos contínuos não corresponderá ao esperado.
Algumas dicas
Um cartão de 32 GB pode atender quase todos usuários que fotografam e filmam, evitando a troca constante de cartões durante suas aventuras fotográficas. Evite remover o cartão da câmera. Quanto menos você manusear o cartão, menos riscos você corre de danificá-lo. Os conectores dos cartões (e das câmeras) são sensíveis à eletricidade estática das suas mãos, umidade, sujeira e atrito.
Para transferir as imagens para seu computador, prefira conectar sua câmera ao computador com o cabo USB e sempre guarde seus cartões adequadamente.
cartoes-memoria-cuidados-01Dicas sobre cuidados e conservação de cartões de memória (Foto: Reprodução/Nikon)
Lugar de guardar fotos não é no cartão de memória. Sempre que possível, faça o download das imagens para seu computador, e grave um DVD ou transfira para um HD externo como um backup de suas lembranças fotográficas mais importantes.
Consulte o manual da câmera, verifique quais são as especificações recomendadas e opte pelo que cartão que ofereça a melhor relação custo-benefício, entre volume de armazenamento e velocidade. Pelo andar da carruagem, você provavelmente precisará de um novo cartão de memória quando adquirir sua próxima câmera, por isso, avalie se a opção mais cara é a melhor pedida neste momento.
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REVIEW SEAGATE CENTRAL

REVIEW SEAGATE CENTRAL


O Seagate Central é uma central de compartilhamento doméstica. Ela cria um servidor na nuvem para o usuário e permite que ele guarde seus arquivos online, podendo então acessá-los de qualquer lugar.
Seagate Central oferece uma nuvem pessoal em três tamanhos 2 TB, 3 TB e 4 TB (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Seagate Central oferece uma nuvem pessoal em três tamanhos 2 TB, 3 TB e 4 TB


Entendendo o conceito
O Seagate Central não é um “HD externo”. O seu funcionamento até é um pouco parecido com o de um, mas muito mais completo. Primeiro, porque não é necessário conectá-lo ao computador. Ele é ligado somente no roteador da Internet. E o principal: armazena os arquivos na nuvem e utilizando o sua memória interna.
Com um HD externo, você precisa plugá-lo em uma máquina, salvar os arquivos, tirar e depois conectar a uma outra. Com o Seagate Central, que é uma solução doméstica do padrão NAS, basta transferir os arquivos para ele, via Wi-Fi, e depois baixá-lo no aparelho que desejar, sem precisar de fios ou portas de conexão; apenas a Internet wireless.

Desempenho

Velocidade de transferência dos arquivos impressionou nos testes (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Velocidade de transferência dos arquivos impressionou nos testes

Ter um Seagate Central é como ter um Dropbox próprio, com muito mais espaço, e em uma central controlada da sua própria casa. E se você já possui alguma conta em uma empresa de armazenamento em nuvem, como o próprio Dropbox, Google Drive, OneDrive e outros, o funcionamento é o mesmo.
A transferência de arquivos é um pouco mais lenta do que a de passá-los para um HD externo, até porque eles estão sendo mandados para um servidor. A velocidade vai ser relacionada também à qualidade da conexão do usuário à Internet, obviamente, mas no geral, nos testes feitos pelo TechTudo, ela foi bem razoável, para upload e download.
Acesso nos dispositivos móveis
Aplicativo mobile do Seagate Central oferece bom desempenho e facilidade de uso (Foto: Divulgação/Seagate)Seagate Media: app mobile do Seagate Central oferece bom desempenho e facilidade de uso

A configuração do Seagate Central também foi muito tranquila. O procedimento não é nem um pouco difícil, e depois de registrar seu perfil e definir algumas propriedades a serem customizadas, o compartilhamento de arquivos é facílimo, direto no navegador. Depois, é só acessar o endereço do servidor para acessar o que foi guardado.
Ou então usar o app mobile Seagate Media para dispositivos móveis com Android ou iOS. Fazendo o login neles, o usuário pode ter acesso a tudo o que salvou em sua nuvem pessoal com excelente qualidade de navegação, downloads rápidos e sincronização total, permitindo também o caminho reverso: upload pelo celular e download no computador.
Visual robusto e ótimo espaço para arquivos
Com formato robusto e bem parecido com um case de HD externo  (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Com formato robusto, dispositivo é bem parecido com um case de HD externo

A Seagate lançou o Central em três versões: com 2 TB, 3 TB e 4 TB de armazenamento. O TechTudo testou o modelo de de 4 TB, que é um espaço incrível, mas a de 2 TB já está suficiente para usuários regulares, que precisam apenas guardar fotos, vídeos e arquivos pessoais. Bem mais do que muitos HDs e todos os serviços de nuvem online oferecem.
Visualmente, todas tem o mesmo aspecto, os mesmos 145 mm de comprimento, 216 mm de largura e 980 gramas de peso. O corpo do Seagate Central é robusto e pode ocupar bastante espaço próximo ao roteador – e, inclusive, provavelmente, é maior do que muitos modens. Isso incomoda, mas é comum neste tipo de gadget.
Velocidade de transferência dos arquivos impressionou nos testes (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Nuvem pessoal própria ainda é novidade no Brasil

Custo-benefício

A praticidade, o multiplataformas e o desempenho são ótimos, o aspecto visual não é perfeito, mas não compromete, e o Seagate Central, no geral, é um produto que todos deveriam ter em suas casas. Porém isso dificilmente irá acontecer por um motivo que acaba sendo um grande ponto negativo: seu preço e sua disponibilidade.

Nuvem pessoal da Seagate oferece boa praticidade para usuários (Foto: Luciana Maline/TechTudo)Nuvem pessoal da Seagate oferece boa praticidade para usuários

No Brasil, o usuário encontrará por R$ 900 a versão com 2 TB, R$ 1150 a versão com 3 TB e R$ 1300 na versão com 4 TB. Preços altíssimos. Nos EUA, custa a partir de US$ 149 (R$ 375).
O Seagate Central é perfeito no que promete. Cria uma nuvem pessoal para o usuário e facilita demais o backup dos arquivos dele, além de possibilitar a ótima sincronização de dados entre computadores e dispositivos móveis. Tem espaços de armazenamento que são mais do que suficientes para a grande maioria dos usuários e um visual até moderno, apesar de robusto. O problema é o preço: a partir de R$ 900. Alto para a média do público brasileiro, e mais do dobro dos US$ 149 cobrados nos Estados Unidos.
Tabela Seagate Central (Foto: TechTudo/Arte)
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Como criar uma nuvem pessoa

Como criar uma nuvem pessoal: veja dicas para armazenar dados ‘em casa’


Guardar arquivos na web é uma prática cada cada vez mais comum, principalmente com a popularização de serviços de armazenamento em nuvem como Dropbox, Google Drive e SkyDrive. Neles, é possível salvar e compartilhar arquivos de forma gratuita (ou paga, quando se procura por mais espaço). Mas, em termos de segurança e privacidade, estas são as melhores alternativas atuais?
os-servico_13568383373011 (695x521)Acessar arquivos na nuvem por diversas plataformas é uma realidade para os usuários (Foto: Pond5)
Grandes empresas armazenam os dados de seus clientes em servidores compartilhados por milhares de pessoas. Apesar de cada um deles possuir sua própria conta, ainda é cedo para medir os riscos. Arquivos importantes podem ficar vulneráveis a qualquer instante, e correm o risco de caírem nas mãos de empresas indesejadas ou até mesmo de governos, como ocorre nos supostos casos de espionagem.
No entanto, o modelo de computação em nuvem já se consolida como tendência para os usuários. Segundo a consultoria Gartner Research, o armazenamento web irá substituir o computador pessoal ainda este ano. Isso significa que, mais do que um disco rígido gigante, a prioridade será o acesso rápido a arquivos pessoais por diversas plataformas, mesmo longe do seu PC pessoal.
Uma solução que dá total controle do usuário aos seus arquivos na nuvem é a compra de um Storage (Network Attached Storage – NAS), dispositivo que atua como servidor privado e centraliza seus dados em uma nuvem particular. Assim, é possível acessar seus arquivos de qualquer gadget autorizado com praticidade e segurança.
Mas, o que você precisa saber para criar a sua própria nuvem e quais equipamentos usar?
Obter um Network Attached Storage (NAS)
Uma das principais vantagens de ter uma NAS é centralizar os arquivos em um único disco rígido, que faz backup com todos os seus dispositivos conectados a ele automaticamente.
Além disso, ao utilizar o mesmo Wi-Fi que o seu dispositivo de nuvem pessoal próprio, diminui-se e muito o tempo de sincronização, fazendo com que se leve menos tempo para enviar os seus arquivos para a nuvem e livrar a memória interna de seus dispositivos móveis como celulares e tablets.
Os dispositivos NAS caseiros costumam ter alta capacidade de memória (de centenas de Gigabites a dezenas de Terabites). IBM, Intel, D-Link, Lenovo/Iomega, HP e Seagate são as principais fabricantes de aparelhos NAS presentes no mercado brasileiro. Os modelos mais baratos custam cerca de R$ 600.
NAS Seagate STCG4000100 (Foto: Luciana Maline/TechTudo)NAS Seagate STCG4000100

Instalar o software
O NAS tem um ou mais discos rígidos controlados por um software que o acompanha. Funciona como uma unidade adicional às demais portas dos computadores e só pode ser sincronizada ao servidor central quando conectado à Internet.
Os fabricantes também disponibilizam aplicativos para serem instalados em smartphones e tablets que, apesar de serem mais simples, também captam a nuvem para que o usuário tenha seus dados sempre à mão. Para começar a usar, basta ter o registro do produto e realizar um cadastro online antes da instalação. Caso haja dúvidas, contate o suporte técnico da empresa.
jolidrive-iphone (695x643)Para acessar a nuvem pessoal, fabricantes de Storages desenvolveram aplicativos que acessam diretamente os arquivos de smartphones e tablets (Foto: Divulgação/Jolicloud)


Soluções Opensource
O usuário mais familiarizado com o ambiente virtual também pode optar por fazer de seu próprio computador uma central de compartilhamento em nuvem. Neste caso, ele precisa buscar servidores que permitam essa utilização paralela de sua máquina, como o Apache. Depois disso, é preciso buscar um programa que utilize a plataforma para criar uma nuvem personalizada, o que pode ser mais complexo.
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Logitech lança Wireless Mouse M317

Logitech lança Wireless Mouse M317 com cores das seleções por R$ 80


A Logitech lançou nesta sexta-feira (07) sua nova linha de mouses Wireless Mouse M317 com temática inspirada em cores das bandeiras de diversos países, inclusive os que irão participar da Copa do Mundo no Brasil. Chamada de Global Fan, série chega com as cores brasileiras ainda este mês por R$ 80.
cópia de Logitech-M235-Global-Fan-Collection-Mice (Foto: cópia de Logitech-M235-Global-Fan-Collection-Mice)Logitech lança mouse sem fio com cores das seleções por R$ 80 (Foto: Divulgação/Logitech)
Os mouses Logitech Wireless Mouse M317l contam com as cores inspiradas por bandeiras de 14 países, inclusive o Brasil. A versão brasileira é totalmente estilizada nas cores verde e amarelo, em tons idênticos aos utilizados na camisa de nossa seleção de futebol.
Com funcionamento sem fio, os mouses Global Fan apresentam tecnologia Logitech Advanced Optical Traking, que permite que seus usuários naveguem com mais facilidade pela web e pelo ambiente de seus computadores pessoais. O design do dispositivo conta com contornos confortáveis que garantem boa ergonomia, mesmo após horas de uso.
A série chegará às lojas a partir do fim de fevereiro. Segundo a Logitech, algumas lojas como Saraiva, Fnac e Kalunga venderão o produto por R$ 80.
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Logitech lança mouse ambidestro sem fio com botão para o Windows 8

Logitech lança mouse ambidestro sem fio com botão para o Windows 8


A Logitech lançou seu novo mouse sem fio. O modelo Wireless M560 foi desenhado para destros e canhotos e possui botões extras para acessar atalhos no Windows 8. Com design bem fino, o novo gadget promete oferecer uma usabilidade bem agradável.
Mouse da Logitech possui botões extras para acessar funções do Windows 8 (foto: Reprodução/Logitech)Mouse da Logitech possui botões extras para acessar funções do Windows 8 (foto: Reprodução/Logitech)
O periférico vem acompanhado de um software que permite personalizar os botões para que eles façam o que o usuário desejar. Os botões extras incluem um central, localizado próximo da roda, que acessa funções como trocar de aplicativos.
Já os outros dois botões laterais são configurados para alternar entre a desktop tradicional do Windows e a interface em tela cheia do Windows 8. A roda também possui a opção de rolagem livre para páginas mais longas.
O mouse foi desenhado para ter contornos e um aperto mais firme, de forma a deixar a mão mais confortável. O M560 já está disponível na Europa e deve chegar aos Estados Unidos ainda em outubro. O preço sugerido pela Logitech é de US$ 39,99 (cerca de R$ 87). A empresa não informou quando o modelo chegará ao Brasil, mas o modelo já conta com página e vídeo em português.
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Logitech G602, novo mouse gamer sem fio

Logitech G602, novo mouse gamer sem fio, ganha ainda mais autonomia


Logitech lança novo mouse gamer sem fio, com nome de G602, o novo gadget terá a maior autonomia do mercado neste tipo de produto. Bastam duas pilhas AA para o acessório funcionar até 250 horas sem precisar ser carregado no modo “performance”, para jogos, e até 1400 horas em um modo de atuação menos exigente, o “endurance”.
G602; Novo mouse da Logitech tem layout arrojado (Foto: Divulgação)G602; Novo mouse da Logitech tem layout arrojado (Foto: Divulgação)
O mouse tem sensor de 2500 dpi e atua com 500Hz, além de onze botões programáveis, layout arrojado e ainda um pequeno interruptor na parte frontal para alternar entre os modos performance e endurance, ou seja, entre games e atividades do dia a dia.
O periférico chega ao mercado em setembro, mas começa a ser vendido online, no site da Logitech, ainda neste mês por US$ 79 (cerca de R$ 190). Ainda não há detalhes sobre o lançamento do modelo fora dos EUA
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Empresa lança novo mouse inusitado que já vem com câmera integrada

Empresa lança novo mouse inusitado que já vem com câmera integrada


A Genius, famosa empresa de acessórios para computadores, lançou um gadget bem “inusitado”. O aparelho é um mouse que conta com uma câmera embutida. Chamado de All-in-One Mouse & Camera, ele custa US$ 35 (cerca de R$ 90) nos EUA, mas não há informações sobre o lançamento internacional.
Mouse com câmera custa US$ 35 (Foto: Divulgação)Mouse da Genius vem com câmera de 2 megapixels integrada e custa US$ 35 (Foto: Divulgação)
O mouse é bem padrão, com dois botões tradicionais, um do lado esquerdo e outro direito, além de uma rodinha de rolagem no centro. O seu diferencial é a parte inferior, com uma câmera de 3 megapixels, que pode até filmar com qualidade de 720p.
Para mudar entre modo mouse e modo câmera, é só deslizar o dedo em um pequeno painel que fica na parte inferior do aparelho. Por padrão, ele vem como mouse, com o painel fechado. Quando aberto, a câmera é revelada. Basta utilizá-la e depois fechar de novo o painel para que o acessório funcione como mouse.
Outros atrativos presentes são um software de edição de imagens e também a opção de compartilhar as fotografias automaticamente nas redes sociais. O All-in-One Mouse & Camera tem 1200 DPI, lê QR-codes e está disponível em três cores: preta, cinza e branca.
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Review Razer Ouroboros

Review Razer Ouroboros: um mouse ambidestro que se ajusta a cada usuário


Razer Ouroboros é um mouse para games desenvolvido para atender tanto a jogadores destros quanto a canhotos. O acessório possui diversas opções de personalização, botões extras e um design único, além de um preço bastante elevado. Confira a seguir os prós e contras do Ouroboros.
Razer Ouroboros (Foto: Divulgação)Razer Ouroboros (Foto: Divulgação)
Um mouse para montar e desmontar
Com a proposta de se adaptar a qualquer tipo de jogador, Ouroboros traz uma grande quantidade de peças extras para substituições e ajustes do acessório. É possível trocar as laterais, adicionando as “abas achatadas” que aparecem na imagem ao lado, proporcionando uma pegada diferente. O apoio para o punho também é ajustável, podendo ser afastado, aproximado, suspendido ou rebaixado, ideal para melhorar o conforto para pessoas com mãos muito grandes ou muito pequenas.
Além da alta personalização, o Razer Ouroboros possui conexão wireless, resolução de 8200 DPI 4G dual sensor, 1000 Hz Ultrapolling (1ms de tempo de resposta), formato ambidestro e bateria com duração de até 12 horas de uso ininterrupto.
Botões extras problemáticos
Além dos padrões botões direito, esquerdo e central, o Razer Ouroboros vem com mais seis teclas personalizáveis, sendo duas de cada lado e mais duas logo abaixo do botão de rolagem. O objetivo é agilizar o uso de habilidades, itens, ataques e as muitas outras funções que um jogador deve controlar durante um jogo. Mantendo estes botões extras ao alcance da mão do mouse, a ideia é usá-los com maior rapidez, sem ter que desviar sua atenção para teclas do teclado.
Entretanto, a escolha das posições de alguns destes botões dificulta e muito esta tarefa. Começando pelos que se encontram do lado esquerdo do mouse, por serem muito recuados não são acessíveis de forma prática para jogadores com mãos menores, que têm de dobrar por completo seu polegar para clicar na tecla mais “de trás”.
Razer Ouroboros possui muitas opções de personalização (Foto: Divulgação)Razer Ouroboros possui muitas opções de personalização (Foto: Divulgação)
Os botões do lado direito são ainda mais difíceis de serem utilizados, já que exigem o uso dos dedos anelar e mindinho, que não costumam ser utilizados para clicar. Neste caso depende de cada jogador, se o usuário decidir se acostumar e insistir no uso destas teclas ele certamente vencerá o estranhamento inicial e poderá usufruir da vantagem dos atalhos extras. Mas para quem busca mais facilidade ao invés de esforço, a ideia pode ser desanimadora.
O último par, que se encontra no meio do mouse, é o menos problemático. Os dois botões são bem fáceis de acessar e realmente ajudam durante os jogos. A impressão geral, porém, é a de que um mouse desenvolvido com tanta atenção para a pegada e o conforto poderia ter recebido o mesmo cuidado com seus botões, que parecem seguir na contramão, infelizmente.
Razer Ouroboros surpreende em conforto e desempenho (Foto: Divulgação)Razer Ouroboros (Foto: Divulgação)
Desempenho impecável
Neste quesito há pouco o que se falar do Razer Ouroboros. O conforto no manuseio do mouse impressiona, principalmente com todos os ajustes que o periférico permite que o jogador faça.
Seu desempenho também não apresenta falhas. Com uma resposta rápida e um controle fluido, o Ouroboros oferece precisão e agilidade ideais para games que exigem reflexos mais apurados, como os do gênero FPS. Além disso, ele pode ser usado sem fio, dando maior liberdade de movimento ao usuário.
Conforto que custa muito caro
Desfrutar das qualidades deste mouse, infelizmente, está ao alcance de poucos. O preço do acessório varia entre R$ 500 e R$ 600. Apesar de suas muitas qualidades, o valor altíssimo o torna um item de luxo.
Conclusão
O Razer Ouroboros é um ótimo mouse para quem tem dificuldades em se sentir confortável com os modelos disponíveis no mercado. Seu desempenho também é um ponto a se destacar, acrescentando ótima precisão e agilidade. Seus contras se limitam às posições de alguns botões extras e seu preço elevado, em torno de R$ 600.
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